quarta-feira, 9 de abril de 2008

PESQUISA PUBMED

Mathematical Modeling and Analysis Group (T-7), Theoretical Division (MS B284), Los Alamos National Laboratory, Los Alamos, NM, USA.
SUMMARYThe weekly number of dengue cases in Peru, South America, stratified by province for the period 1994-2006 were analysed in conjunction with associated demographic, geographic and climatological data. Estimates of the reproduction number, moderately correlated with population size (Spearman rho=0.28, P=0.03), had a median of 1.76 (IQR 0.83-4.46). The distributions of dengue attack rates and epidemic durations follow power-law (Pareto) distributions (coefficient of determination >85%, P<0.004). Spatial heterogeneity of attack rates was highest in coastal areas followed by mountain and jungle areas. Our findings suggest a hierarchy of transmission events during the large 2000-2001 epidemic from large to small population areas when serotypes DEN-3 and DEN-4 were first identified (Spearman rho=-0.43, P=0.03). The need for spatial and temporal dengue epidemic data with a high degree of resolution not only increases our understanding of the dynamics of dengue but will also generate new hypotheses and provide a platform for testing innovative control policies.
PMID: 18394264 [PubMed - as supplied by publisher]

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Pesquisa sobre:
DENGUE HEMORRAGICA
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De: DENGUE HEMORRAGICA
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quarta-feira, 26 de março de 2008

High genetic stability of dengue virus propagated in MRC-5 cells as compared to the virus propagated in vero cells.

Liu CC, Lee SC, Butler M, Wu SC.
Institute of Biotechnology, Department of Life Science, National Tsing Hua University, Hsinchu, Taiwan.
This work investigated the replication kinetics of the four dengue virus serotypes (DEN-1 to DEN-4), including dengue virus type 4 (DEN-4) recovered from an infectious cDNA clone, in Vero cells and in MRC-5 cells grown on Cytodex 1 microcarriers. DEN-1 strain Hawaii, DEN-2 strain NGC, DEN-3 strain H-87, and DEN-4 strain H-241 , and DEN-4 strain 814669 derived from cloned DNA, were used to infect Vero cells and MRC-5 cells grown in serum-free or serum-containing microcarrier cultures. Serum-free and serum-containing cultures were found to yield comparable titers of these viruses. The cloned DNA-derived DEN-4 started genetically more homogeneous was used to investigate the genetic stability of the virus propagated in Vero cells and MRC-5 cells. Sequence analysis revealed that the DEN-4 propagated in MRC-5 cells maintained a high genetic stability, compared to the virus propagated in Vero cells. Amino acid substitutions of Gly(104)Cys and Phe(108)Ile were detected at 70%, 60%, respectively, in the envelope (E) protein of DEN-4 propagated in Vero cells, whereas a single mutation of Glu(345)Lys was detected at 50% in E of the virus propagated in MRC-5 cells. Sequencing of multiple clones of three separate DNA fragments spanning 40% of the genome also indicated that DEN-4 propagated in Vero cells contained a higher number of mutations than the virus growing in MRC-5 cells. Although Vero cells yielded a peak virus titer approximately 1 to 17 folds higher than MRC-5 cells, cloned DEN-4 from MRC-5 cells maintained a greater stability than the virus from Vero cells. Serum-free microcarrier cultures of MRC-5 cells offer a potentially valuable system for the large-scale production of live-attenuated DEN vaccines.
PMID: 18350148 [PubMed - in process]
PMCID: PMC2265545

quarta-feira, 12 de março de 2008

PESQUISA LILACS

Base de dados : LILACS
Pesquisa : "DENGUE hemorragica" [Descritor de assunto]
Referências encontradas : 140 [refinar]
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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

LOCAIS DE OCORRÊNCIA DA DOENÇA

Locais onde ocorre a doença

No Brasil, a erradicação do Aedes aegypti na década de 30, levada a cabo para o controle da febre amarela, fez desaparecer também a dengue. No entanto, em 1981 a doença voltou a atingir a Região Norte (Boa Vista, Roraima). No Rio de Janeiro (Região Sudeste) ocorreram duas grandes epidemias. A primeira em 1986-87, com cerca de 90 mil casos, e segunda em 1990-91, com aproximadamente 100 mil casos confirmados. A partir de 1995, a dengue passou a ser registrada em todas as regiões do país e, em 1998, o número de casos chegou a 570.148. Em 1999 houve uma redução (210 mil casos), seguida de elevação progressiva em 2000 (240 mil casos) e em 2001 (370 mil casos). Nesse último ano, a maioria dos casos (149.207) ocorreu na região Nordeste.

No Estado de São Paulo, em 1990, começa uma grande epidemia na região de Ribeirão Preto, que se disseminou para outras regiões. Em 1995, já haviam 14 municípios envolvidos com a transmissão da dengue.

As primeiras prováveis epidemias de dengue datam do final do século XVIII. Nesta época, a doença era conhecida como "febre quebra-ossos" devido às fortes dores que causava nas juntas. Já durante os séculos XIX e XX, foram registradas diversas epidemias ao redor do mundo atribuídas à dengue:
- Zazibar (1823; 1870),
- Calcutá (1824; 1853; 1871; 1905),
- Antilhas(1827),
- Hong Kong(1901),
- Estados Unidos (1922),
- Austrália (1925-26; 1942),
- Grécia (1927-28),
- Japão (1942-45).

Na década de 50, foi reconhecida e descrita pela primeira vez uma grave manifestação clínica associada à dengue, a febre ou dengue hemorrágica. Não se sabe bem porque, mas a dengue hemorrágica se comportou como uma doença relativamente rara antes da década de 50. Isso pode ter acontecido devido aos fatores de ordem social, como a intensa urbanização e maior intercâmbio entre as diferentes regiões do planeta, que podem ter contribuído para o aumento da incidência da dengue de maneira geral possibilitando o aparecimento de grandes contingentes populacionais com experiências imunológicas com a dengue, fazendo com que assim existisse o risco da dengue hemorrágica.

O Estado de São Paulo registrou a ocorrência de 78.614 casos autóctones (adquiridos no próprio Estado) de dengue, em 358 municípios, entre janeiro e outubro de 2007, com considerável expansão da doença para novas áreas. Durante todo o ano de 2006 foram registrados 50.021 casos em 254 municípios. Atualmente, temos 508 municípios infestados com o Aedes aegypti, excluindo-se apenas alguns municípios do Vale do Ribeira e do Paraíba e das Regiões Metropolitanas de São Paulo e de Campinas.

O único modo possível de evitar a introdução de um novo tipo do vírus da dengue é a eliminação dos transmissores. O Aedes aegypti também pode transmitir a febre amarela.

PREVENÇAO

Medidas gerais de prevenção

O melhor método para se combater a dengue é evitando a procriação do mosquito Aedes aegypti, que é feita em ambientes úmidos em água parada, seja ela limpa ou suja.

A fêmea do mosquito deposita os ovos na parede de recipientes (caixas d'água, latas, pneus, cacos de vidro etc.) que contenham água mais ou menos limpa e esses ovos não morrem mesmo que o recipiente fique seco. Não adianta, portanto, apenas substituir a água, mesmo que isso seja feito com freqüência. Desses ovos surgem as larvas, que, depois de algum tempo vivendo na água, vão formar novos mosquitos adultos.

O combate ao mosquito deve ser feito de duas maneiras: eliminando os mosquitos adultos e, principalmente, acabando com os criadouros de larvas. Para eliminação dos criadouros é importante que sejam adotadas as seguintes medidas:

- Não se deve deixar objetos que possam acumular água expostos à chuva. Os recipientes de água devem ser cuidadosamente limpos e tampados. Não adianta apenas trocar a água, pois os ovos do mosquito ficam aderidos às paredes dos recipientes. Portanto, o que deve ser feito, em casa, escolas, creches e no trabalho, é:
• substituir a água dos vasos das plantas por terra e esvaziar o prato coletor, lavando-o com auxílio de uma escova;
• utilizar água tratada com água sanitária a 2,5% (40 gotas por litro de água) para regar bromélias, duas vezes por semana*. 40 gotas = 2ml;
• não deixar acumular água nas calhas do telhado;
• não deixar expostos à chuva pneus velhos ou objetos (latas, garrafas, cacos de vidro) que possam acumular água;
• acondicionar o lixo domiciliar em sacos plásticos fechados ou latões com tampa;
• tampar cuidadosamente caixas d'água, filtros, barris, tambores, cisternas etc.

Para reduzir a população do mosquito adulto, é feita a aplicação de inseticida através do "fumacê", que deve ser empregado apenas quando está ocorrendo epidemias. O "fumacê" não acaba com os criadouros e precisa ser sempre repetido, o que é indesejável, para matar os mosquitos que vão se formando. Por isso, é importante eliminar os criadouros do mosquito transmissor. Além da dengue, se estará também evitando que a febre amarela, que não ocorre nas cidades brasileiras desde 1942, volte a ser transmitida.

- Medidas eficazes em residências, escolas e locais de trabalho (arquivo em PDF): Clique aqui

- Medidas Individuais de Prevenção
Devem ser adotadas medidas de proteção contra infecções transmitidas por insetos, que são as mesmas empregadas contra a febre amarela e a malária. É importante saber que, embora a transmissão dessas doenças possa ocorrer ao ar livre, o risco maior é no interior de habitações.

Em locais de maior ocorrência dessas doenças, deve-se usar, sempre que possível, calças e camisas de manga comprida, e repelentes contra insetos à base de DEET nas roupas e no corpo, sempre observando a concentração máxima para crianças (10%) e adultos (30%). Pessoas que estiveram em uma área de risco para dengue e que apresentem febre, durante ou após a viagem, devem procurar um Serviço de Saúde

O MOSQUITO

http://www.cetesb.sp.gov.br/Institucional/dengue/dengue.asp